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Dicas por segmento5 min de leitura

O que o paciente procura no site do dentista antes de marcar

Endereço, tratamentos explicados, quem atende, convênios, horários e um jeito fácil de marcar: o que o paciente quer encontrar no site do consultório odontológico.

Muita gente pesquisa antes de marcar uma consulta no dentista. A pessoa quer alguém perto de casa ou do trabalho, quer entender o tratamento de que ouviu falar e quer saber se o consultório aceita o convênio dela. Muitas vezes pelo celular, no intervalo de outra coisa.

O site do consultório é o lugar que responde a essas perguntas com calma, antes da primeira mensagem. Quando ele responde bem, o paciente chega mais seguro e a recepção repete menos as mesmas informações. Veja o que ele precisa mostrar.

1. Onde fica e como chegar

Quem procura dentista costuma procurar alguém perto. A primeira resposta do site é o endereço:

  • endereço completo, com bairro e um ponto de referência;
  • mapa do Google, para abrir a rota direto no celular;
  • estacionamento próprio ou conveniado, e transporte público por perto;
  • acessibilidade: elevador, rampa, atendimento no térreo.

Use no site exatamente o mesmo nome, endereço e telefone do Perfil da Empresa no Google. Essa consistência ajuda o consultório a aparecer nas buscas da região, como explicamos em SEO local.

2. O que é cada tratamento

Implante, canal, aparelho, clareamento, prótese. O paciente já ouviu os nomes, mas nem sempre sabe o que cada um envolve. E muita gente tem medo do que não entende. Uma página para cada tratamento, em linguagem simples, responde:

  • o que é e para que serve;
  • como costuma ser feito, em linhas gerais;
  • quais cuidados vêm antes e depois;
  • por que a avaliação no consultório é sempre o primeiro passo.

Sem promessa de resultado e sem diagnóstico a distância. O Código de Ética Odontológica pede que a participação do dentista na divulgação de assuntos odontológicos tenha caráter de esclarecimento e educação da coletividade (art. 44, V). Explicar como funciona um canal pode e ajuda. Dizer “no seu caso, precisa de canal” para quem escreveu pelo site, não. As regras completas estão em regras do CFO para o site do dentista.

Essas páginas também trabalham a seu favor no Google. Quem pesquisa “implante dentário” junto com o nome do bairro encontra uma página que fala exatamente disso, e não uma lista genérica de serviços.

3. Quem vai atender

“Quem é o dentista?” pesa tanto quanto “onde fica?”. Mostre cada profissional com foto real, nome, CRO, a expressão cirurgião-dentista e as especialidades registradas. Uma apresentação curta, contando a formação e o jeito de atender, aproxima o paciente antes mesmo da consulta.

Em clínicas com vários dentistas, a página da equipe também cumpre uma exigência do Código. Mostramos como montar em clínica com vários dentistas: como apresentar a equipe no site.

Fotos reais do consultório também contam: recepção, sala de atendimento, o cuidado com a limpeza. Elas dizem mais sobre o seu trabalho do que qualquer imagem de banco.

4. As perguntas de sempre

Toda recepção ouve as mesmas perguntas. Respondidas no site, elas viram uma seção de perguntas frequentes que economiza ligações e deixa o paciente mais tranquilo:

  • Atende o meu convênio?
  • Atende criança? A partir de que idade?
  • Abre aos sábados? Qual o horário?
  • Atende urgência?
  • Como é a primeira consulta e o que eu levo?
  • Tem estacionamento?

O próprio Código lista o que pode constar na divulgação: endereço, telefone, horário de trabalho, convênios, credenciamentos e atendimento domiciliar e hospitalar, quando houver (art. 43, § 1º, IV). Ou seja, tudo isso pode e deve estar no site.

E o preço?

É a pergunta mais comum, e o site não responde com valores. O Código considera infração a publicidade com preços, serviços gratuitos ou modalidades de pagamento (art. 44, I) e veda divulgar consultas e diagnósticos gratuitos ou sem compromisso (art. 20, IX).

O que o site pode fazer é explicar como funciona o orçamento: ele é feito depois da avaliação, porque cada caso é diferente. Assim a pessoa entende o caminho, sem que o site anuncie preço.

5. Um jeito fácil de marcar

Quem decidiu marcar não pode ter que procurar como. O site precisa de:

  • botão de WhatsApp em todas as páginas, fixo no canto da tela do celular;
  • mensagem pronta para cada página, como “Olá, vi a página de implantes e gostaria de agendar uma avaliação”;
  • link para a sua agenda online, se você já usa uma;
  • telefone que liga com um toque, para quem prefere falar.

A mensagem pronta é neutra e não pede detalhes de saúde: o resto fica para a consulta. Com uma mensagem diferente em cada página, você ainda descobre quais tratamentos trazem mais conversas. Veja como montar o botão no guia de WhatsApp no site.

6. Funcionar bem no celular

Tudo isso precisa abrir rápido e ser fácil de ler numa tela pequena: letras de bom tamanho, botões fáceis de tocar, nada cobrindo o texto. Um site que demora para carregar ou obriga a pessoa a dar zoom pode fazer o paciente desistir e voltar para a busca, onde outros consultórios estão a um toque.

O que afasta o paciente

  • Endereço difícil de achar ou sem mapa
  • Lista de tratamentos sem explicação, cheia de termos técnicos
  • Dentista que saiu da equipe ainda no site
  • Convênio que não é mais aceito
  • Promessas como “sorriso perfeito garantido”
  • Horário desatualizado
  • WhatsApp sem resposta ou número antigo

Cada um desses detalhes custa pouco para corrigir e faz diferença na hora em que a pessoa decide.

Um site que responde antes da primeira mensagem

Na criarmeu.site, criamos sites para dentistas com design exclusivo, uma página para cada tratamento, equipe apresentada com CRO e WhatsApp em todas as páginas, pensados para respeitar as regras de publicidade do CFO. Ajudamos com os textos, e você revisa todo o conteúdo antes de ir ao ar. Conheça o site para dentistas e peça um orçamento grátis pelo WhatsApp.

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